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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Climão! Irmã do criador do Facebook lança livro infantil contra redes sociais

Família, família...

Randi Zuckerberg, irmã do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, está publicando um livro infantil que aconselha as crianças a deixarem de lado o smartphone e saírem das redes sociais.

A personagem principal é uma menina chamada Dot e história, ilustrada por Joe Berger, conta às crianças que a vida é muito mais rica quando elas estão longe da tela do computador.

Uma boneca de pano da Dot também está à venda. Olhem que fofa.

O livro sai no dia 5 de novembro nos EUA e vocês podem ver o book trailer (em inglês) aqui embaixo.

Mas, e aí, como vai ser o Natal na casa dos Zuckerberg, este ano?



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Os livros com maiores tiragens no Brasil

Matéria interessantíssima do Zero Hora, que reproduzo aqui:

O mercado editorial brasileiro atualmente é movido por um sistema de grandes apostas. Mais do que best-sellers, buscam-se agora os chamados mega-sellers – títulos capazes de romper a barreira de 1 milhão de exemplares vendidos. Saiba quais são, atualmente, os exemplares que saem para a venda em maior número:

50 mil
Pode parecer pouco em comparação ao topo da lista, mas autores como Luis Felipe Pondé (Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, Editora LeYa) e Martha Medeiros (com A Graça da Coisa, da L&PM) saem com tiragens mais de 10 vezes superiores à média nacional.

80 mil
O médico Drauzio Varella virou best-seller após a publicação de Estação Carandiru, em 1999, que chegou a ser adaptado para o cinema. Seu mais recente livro, Carcereiros (Cia das Letras), saiu da gráfica como mais uma aposta do mercado editorial brasileiro.

100 mil
Patamar de lançamento para tradicionais bons vendedores brasileiros como Luis Fernando Verissimo (com novo título a ser lançado em breve pela Objetiva) e Paulo Coelho, com Manuscrito Encontrado em Accra (Sextante). Estão junto de Mario Vargas Llosa e Elizabeth Gilbert.

150 mil
Autor célebre pelo romantismo (excessivo para muitos) de suas obras, Nicholas Sparks lança este mês no Brasil Uma Longa Jornada (Arqueiro). Está no mesmo patamar de George R.R Martin – (cuja obra inspirou a série televisiva Game of Thrones) com A Dança dos Dragões (LeYa).

200 mil
Nesta faixa, encontram-se o brasileiro Laurentino Gomes com 1889 (Globo Livros), acompanhado de dois estrangeiros habituados a grandes vendagens: Khaled Hosseini com O Silêncio das Montanhas (Globo Livros), e Jeff Kinney, autor de Diário de um Banana 7 (V&R).

230 mil
A presença dos escritores Cristiane Cardoso e Ricardo Cardoso no rol de apostas do mercado nacional pode surpreender muitos, mas o espanto é atenuado quando se descobre que os autores de Casamento Blindado (Thomas Nelson Brasil) são filha e genro do bispo Edir Macedo.

500 mil
Fenômeno literário nacional desde a publicação de Ágape, em 2010, o padre Marcelo Rossi entrou para uma seleta galeria de autores com expressivas tiragens iniciais. Kairós: O Tempo de Deus saiu da gráfica na mesma quantidade de Inferno (Arqueiro), de Dan Brown.

600 mil
Uma das maiores tiragens dos últimos anos, a última parte da trilogia erótica escrita pela britânica E.L James, 50 Tons de Liberdade, já saiu do prelo com mais de meio milhão de exemplares impressos pela Editora Intrínseca – conhecida por apostar em poucos títulos.

Marcelo Gonzatto

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Artista cria retratos em agradecimento a autores


Nas palavras do artista:

"Esses desenhos não são apenas uma homenagem a grandes autores, mas também uma mensagem pessoal de gratidão de alguém que leu a vida inteira para os contadores de histórias que tiveram um impacto muito profundo na minha vida e na vida de tantos outros. Essas são minhas cartas de amor a páginas amareladas, sebos e cantos de bibliotecas em tardes de verão. Isso é o mínimo que posso fazer para dizer 'obrigado'."
- Ryan Sheffield

(Clique aqui para ver a coleção completa)




Fonte: Huffington Post

quinta-feira, 21 de março de 2013

Que tal trabalhar por um ano na casa de Hemingway?

Quantos escritores não estão procurando sua musa, aquela força divina que trará uma grande ideia? Bem, e se essa força vier de estar no mesmo lugar onde morou um grande escritor? Será que ele deixou uma energia inspiradora por lá? Será que seu fantasma visita o local e sussurra grandes frases, diálogos e cenas?

Bem, quem quiser descobrir pode se inscrever para o programa Writer in Residence da Ernest Hemingway Foundation.

A oferta é usar, por um ano, o sótão reformado da casa onde Hemingway nasceu para escrever um romance, um poema épico, contos ou até um projeto jornalístico revolucionário.
 
O sótão, com a reforma em andamento.
 O sótão, onde o autor de O Velho e o Mar brincava com seus irmãos e contava histórias, está sendo reformado e o escritor escolhido deverá, além de produzir sua obra, oferecer palestras, workshops e outros eventos para o público em geral.

Interessou? As inscrições podem ser feitas até 1º de junho. Clique aqui.


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Academia de ciências nos EUA cria selo para livros "verossímeis"

Muitas tramas de romances policiais caem por terra quando os leitores desconfiam da verossimilhança dos acontecimentos. E enquanto escritores tentam garantir que suas histórias sejam críveis e plausíveis, uma organização científica dos Estados Unidos passou a oferecer um selo de aprovação para livros que acertaram na exposição dos fatos.

Não é uma tarefa fácil, a dos escritores. A ficção policial hoje requer um profundo conhecimento de áreas técnicas e científicas, essencial para o roteiro - e que muitas vezes leva a situações difíceis de serem descritas em palavras e de forma precisa.

Agora, a Academia de Ciências de Washington (WAS na sigla em inglês), criada em 1898 por Alexander Graham Bell - o inventor do telefone -, deu início a um projeto que dá selos de aprovação para livros que tenham fatos científico corretos.

"Muito lixo é publicado atualmente na área de ciência", diz Peg Kay, escritora e membro da WAS. Segundo ela, esse declínio deve-se à pressão comercial e à falta de bons editores por esse declínio.

"Tudo que os agentes querem é atingir as massas. Ninguém sabe mais no que acreditar porque não há mais filtro."

O presidente da WAS, Jim Cole, afirma que muitas pessoas acompanham séries de ciência da TV, como CSI, que podem dar a impressão de que a tecnologia pode resolver qualquer crime.

"A ciência da maneira como é percebida pelo público não é necessariamente a ciência correta", diz Cole.

"Com autores publicando na internet sem editoras, acho que essa questão vai ganhar ainda mais importância no futuro, sobre o que é real e o que não é."

Pesquisa

A maioria dos autores de renome estão cientes da importância de se fazer pesquisas extensas. Eles também costumam entrar em contato com especialistas.

"Sempre me preocupo em não errar", diz John Gilstrap, autor de onze livros, vários deles na lista de best-sellers do New York Times. "Quanto mais detalhes houver em questões técnicas, o risco é maior. (Basta) Uma frase errada e é incrível o número de e-mails que você recebe dizendo que você cometeu um erro."

O protagonista de muitos dos livros de Gilstrap é Jonathan Grave, especialista em resgate de reféns.

Enquanto Sherlock Holmes seguia pegadas, Grave usa tecnologia do celular, GPS e rastreia o uso de cartões de crédito.

"O desafio para mim era vender Grave como um cara tecnológico, sendo que eu não sou assim", diz o escritor.
Gilstrap tem sido tão bem sucedido que um especialista militar chegou a acreditar que ele estava revelando informações tecnológicas secretas em um de seus livros.

"Mas eu não tinha revelado nada, inventei tudo."

DNA

A maioria dos leitores está familiarizada com a tecnologia que Gilstrap usa em seus livros. Mas esse recurso é um fenômeno recente, afirma Kathy Harig, proprietária da livraria Mystery Love Company, em Maryland.

Ela lembra que o DNA foi a primeira descoberta científica que alterou a maneira com os romances policiais eram estruturados. Já a mais recente engloba tecnologias desenvolvidas na luta contra o terrorismo.

"Se tem terrorismo na sua história, você tem de estar por dentro do aspecto militar, como drones (aviões não tripulados), homem-bomba, explosivos, satélites", diz ela.

Alexandra Hamlet, que ganhou vários prêmios com seu livro de estreia The Right Guard – um thriller sobre a Guerra Fria –, afirma que o terrorismo criou um novo gênero de ficção. Ela descreve seu trabalho como "suspense intelectual" e, para escrever, usa seu conhecimento como antropóloga e sua experiência como analista de inteligência do Exército americano.

Esse tipo de experiência no currículo é cada vez mais essencial quando se escreve sobre acontecimentos contemporâneos, diz Harig.

Diane Davidson escreve sobre a indústria da tecnologia de informação, onde já trabalhou. Seu próximo livro é sobre a suspeita de que implantes médicos podem ser vulneráveis a hackers.

"Esse é um exemplo clássico de uma forma de matar alguém", diz Diane. "Estamos elaborando uma história em torno disso que seja plausível, mas ao mesmo tempo não seja uma espécie de manual sobre como matar alguém".

Peg Kay, da WAS, conta que quatro selos de aprovação já foram concedidos pela academia desde que o selo começou a ser oferecido, em junho. E um quinto manuscrito está sendo analisado.

Jane O'Brien
Da BBC News em Washington

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Grupo feminino planeja queima de exemplares do romance "Cinquenta tons de cinza"

De O Globo

Um grupo de auxílio às mulheres quer fazer uma fogueira com exemplares de “Cinquenta tons de cinza”, da escritora britânica E. L. James, e queimar também uma imagem que representa o personagem Christian Grey, informa o “The Guardian”. A convocação está sendo feita por Clare Philipson, diretora do Wearside Women in Need, uma instituição de caridade para vítimas de violência doméstica, que caracteriza o livro como “um manual de instrução para tortura sexual”.

“As pessoas dizem que somos lunáticas fascistas por querermos queimar os livros (o evento está marcado para 5 de novembro). Estava esperando um ícone feminino se pronunciar sobre esse lixo misógino, mas até agora ninguém falou. Então decidi tomar uma atitude”, afirmou a mulher que fará a fogueira em Washington, nos Estados Unidos, onde fica a sede da instituição.

O livro, considerado um fenômeno literário que já bateu recordes de vendas no Brasil, conta a história do relacionamento dominante e sadomasoquista entre o bilionário Christian Grey e a estudante Anastasia Steele.

“Haverá uma geração de jovens mulheres escutando outras mais velhas dizendo: ‘Que livro ótimo’. Essas meninas de 13, 14 anos vão pensar que isso é legal. Queremos chamar atenção para o que é realmente este personagem”, detona Claire.

Ao “Guardian”, Claire afirma que o livro se trata de violência doméstica. “Ele pega alguém menos poderoso e menos experiente, não muito confiante na área que está sendo introduzida e conta uma historinha. Depois, ele começa a fazer coisas sexuais horríveis com ela. Aos poucos ele muda os limites dela, normalizando a violência. É a mitologia de que mulheres gostam de se machucar”.

A organizadora do movimento diz que, apesar da mensagem do livro ser (nas palavras dela) que “se você amar o suficiente esse homem errado, ele vai melhorar”, em 30 anos trabalhando com mulheres que sofrem este tipo de violência a chance disso acontecer é mínima.

“Bem, você ficaria fisicamente traumatizada e potecialmente morreria. Você tem que se livrar dos Christians Greys do mundo”.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

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